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São Padre Pio e a Santa Escravidão

Pe. Pellegrino, filho espiritual do Padre Pio, que viveu a seu lado muitos anos, revela que ele havia se consagrado a Nossa Senhora, segundo os ensinamentos de São Luís Maria Grignion de Montfort no Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, e foi escravo voluntário de Jesus e de Nossa Senhora “na vida e na morte”. E sugeria ao Pe. Pellegrino que fizesse o mesmo.

Santo Pe. Pio de Pietrelcina, escravo de Jesus por meio da Santíssima Virgem

Desde muito pequeno Padre Pio experimentava um profundo amor pela Santíssima Virgem Maria, sua “mammusia”, como carinhosamente a chamava, que significa no dialeto “mamãezinha”. Sua primeira peregrinação sendo um menino de 8 anos foi à virgem de Pompéia, a Virgem do Rosário, próximo a Nápoles.

Em sua casa de Pietrelcina, como em todas as famílias italianas da época, o Santo Rosário era a oração familiar. Se encontravam em volta da fogueira todas as noites antes de irem dormir rezando o Rosário.

Essa devoção se intensificou quando a Maria Santíssima apareceu em Fátima como a Virgem do Rosário e recomendou essa devoção como oração potente para obter todo bem e vencer todo mal. Assim, Pe. Pio fez do Rosário sua oração incessante e incansável dia após dia. Dizia o santo capuchinho: “Se a Virgem Santa tem sempre calorosamente recomendado onde quer que venha aparecido, não nos parece que deva ser por um motivo especial?”

Santo Pe. Pio de Petrelcina é conhecido como o "Santo do Rosário", afinal, a prática dessa devoção durante toda sua vida o fez um "Homem feito Rosário".

Uma vez o ouviram dizer: “quisera que os dias tivessem 48 horas para poder redobrar os Rosários”. Todos os dons e prodígios extraordinários para a conversão e cura das almas os obtinha através do Santo Rosário.

O Pe. Pellegrino, filho espiritual do Padre Pio, que viveu a seu lado muitos anos, revela que ele havia se consagrado a Nossa Senhora, segundo os ensinamentos de São Luís Maria Grignion de Montfort no Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, e foi escravo voluntário de Jesus e de Nossa Senhora “na vida e na morte”. E sugeria ao Pe. Pellegrino que fizesse o mesmo: “Eu te garanto que é infinitamente necessário e útil, para nós, colocarmo-nos nas mãos de Nossa Senhora como criancinhas”, conforme o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, segundo S. Luís Maria.

Poucos dias antes de morrer, foi pedido ao Padre Pio uma lembrança, uma espécie de testamento espiritual. Ele disse: “Amate la Madonna. Fatela amare. Recitate la Coronna. Recitatela bene” (Amai a Nossa Senhora. Fazei-A amar. Rezai o Rosário. Rezai-o bem).

O Padre Pio unia-se a Maria Santíssima quando administrava o sacramento da Penitência, e pedia a Ela que agisse nas almas para a sua conversão e santificação.

“Ame a Virgem Maria e reze o Rosário, porque o Rosário é a arma contra os demônios do mundo de hoje.”

Eis o segredo da extraordinária vida desse grande santo estigmatizado de nossos tempos.

Fontes consultadas:

Extraído de www.corazones.org com tradução CMVD, Padre Pio de Pietrelcina e o Santo Rosário

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